segunda-feira, 1 de outubro de 2007

ALVO PAVÃO...

ALVO PAVÃO DA PAZ
Jorge Linhaça
Alvo pavão que pregas a paz
de brancas plumas ataviado
mostra os teus pés deformados
pelo caminho que te compraz

Não escondas os teus defeitos
no silêncio de tua amargura
pois a paz é dama assim nua
incólume a todo mal feito

Assume as faltas cometidas,
abraça outra vez teu irmão,
não perpetues as feridas

Estende, honesto, a tua mão
pois o que se leva desta vida
é o amor que se traz no coração.

Um comentário:

Anônimo disse...

Poeta Jorge Linhaça:

A sua poesia é guia da minha. È um magnifico exemplo de espontaneidade e sinceridade. Pratico e actual, do dia a dia...
conservando, não entanto o patrão histórico dos grandes poetas.

Tenho concluído que a poesia deve ter um objectivo, deve servir para algo mais que encher páginas de palavras sem sentido pratico e encontrei na sua poesia um completo manual de que, um poeta pode ser útil com aquilo que escreve e isso é para mim sua poesia, ensinança, cultura e muito mais de positivo.

Parabéns Poeta pelo seu bonito espaço!
Com minha gratidão pelas dicas... e admiração sincera e honesta a seu excelente poetar.

Um grande abraços de quem o sente como um bom amigo.
Alejando J.V. Lima